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jun
16
2007
0

Gente Bonita Outono/ Inverno 2007

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É, em pleno domingo.

Exatamente às 18 horas deste dia 17 estaremos lançando a coleção de hits da temporada Outono/Inverno 2007. Depois devários previews, testes em laboratório e in loco e de uma passagem por duas semanas por Paris, finalmente a coleção estreará em grande estilo – e você que já conhece a melhor festa do Brasil vai se esbaldar maisuma vez. Pura diversão em estado bruto.

A Mojodose é uma fusão (um mashup?) de duas boas iniciativas daqui de São Paulo – a coleção de livros Mojo Books e a festa Rebor12. Na escalação, tem pra todos os gostos – do Snoopy ao Barcinski, passando pelo Alex S, o Spiceee, o Julião e projeções do Embolex. No meio disso tudo, Gente Bonita Clima de Paquera começa a esquentar o inverno com doses cavalares de rock das antigas, electro pesado, pop radiofônico, hits do passado, funk carioca, remixes improváveis, música brasileira, disco music, soul e, claro, mashups novinhos em folha. Começamos a tocar na hora em que o sol começar a se por – e ao ar livre, vai ser finíssimo.

Bom, nos vemos lá no domingo.

Gente Bonita @ Mojodose
Estréia da coleção de hits da Temporada Outono/Inverno 2007
Festa com mais de 15 atrações, entre DJs, VJs e estúdio de grafitti e duas pistas
Luciano Kalatalo e Alexandre Matias (Gente Bonita Clima de Paquera) a partir das 18h, na pista Out.Sessions
Domingo, dia 17 de junho de 2007
A partir das 15h
Local: Tribe House. Rua Henrique Schaumann, 517. Pinheiros.
Preço: R$ 15 na hora ou R$ 10 com nome na lista (quer colocar nome na lista? Mande um email pra gente até às 16h deste domingo!)

Clique aqui para ver o flyer original.

Gente Bonita
Temporada Outono/Inverno 2007

Aguardem:
Gente Bonita @ Milo
Gente Bonita @ Vegas
Gente Bonita @ Audio Delicatessen
Gente Bonita @ Treze
Gente Bonita @ Clash
Gente Bonita @ Brasa

Vamos avisando.

Escrito por gentebonita in: Gente Bonita Clima de Paquera |
jun
08
2007
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“Body Balano” – Gente Bonita

E você, já tem Imeen? Anota o nosso: http://gentebonita.imeem.com/.

E aguarde a semana que vem. Logo logo finalmente estreamos nossa coleção Outono/Inverno 2007!

Escrito por gentebonita in: Gente Bonita Indica |
jun
05
2007
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Beleza de feriado

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Monsieur Kalatalô manda notícias de Paris: foi no show de lançamento do disco do Justice na Collete, deu umas bandas com o Busy P, tomou um café com o Nicolas Godin e sua senhôura, deu um rolê de Monza com os Teenagers e saiu com o casal Johnny Depp e Vanessa Paradis pra uma festinha na casa da Charlotte Gainsbourg. Nos intervalos, white-labels passados por baixo da mesa, CD-Rs com remixes feitos na noite anterior, login e senha de FTPs cheios de MP3s de discos que ainda nem saíram – alguns sequer vão sair. O segredo é a palavra-chave “Gente Bonita”, que tem aberto cada vez mais portas à medida em que a sensação se espalha pelo Brasil e pelo mundo.

Enquanto isso, a festa segue em São Paulo com a presença inescapável do Dorival Caymmi de Paracamby no lugar de um dos DJs candangos. Fred Leal divide os CDJs com Alexandre Matias e os dois invadem o aniversário de três celebridades noturnas – Michele, Flávia e Tiago dispensam apresentações – pra espalhar aquele groove e manha perfeitos pra quem quer se dar bem em grande estilo numa véspera de feriado. A pista chacoalhada é a do Berlin, que pela primeira vez recebe uma invasão Gente Bonita e como o aniversário é alheio, não tem desconto pra ninguém: é dez reais de entrada, mas o que são dez reais perto de uma manhã de bons sonhos após uma inesquecível acabação-feliz?

A gente se vê lá.

Gente Bonita @ Berlin
E por incrível que pareça ainda um novo preview da temporada Outono/Inverno 2007 de hits
Nos CDJs: Gente Bonita Clima de Paquera Redux (Luciano Kalatalo Fred Leal e Alexandre Matias)
Quarta-feira, dia 6 de junho de 2007
22h
Local: Berlin. Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 85. Barra Funda.
Telefone: (11) 3392-4594
Preço: R$ 10 (e infelizmente dessa vez não tem desconto! :S)

Escrito por gentebonita in: Gente Bonita Clima de Paquera |
jun
05
2007
0

Tudo misturado

Mr. Dodô discotecou na GB do último dia 26 e publicou no Globo Online suas considerações…

O Resgate do Soldado Óbvio

A gente faz festa pra gente dançar, né? Para gente se divertir, né?E a gente dança e se diverte quando a música é dançante e divertida, né? Timbaland é dançante e divertido, né? Jorge Ben é dançante e divertido, né? Polytechnic é dançante e divertido, né? Bullet Proof é dançante e divertido, né? Led Zeppelin é dançante e divertido, né? Né? Né? Né?

É Óbvio, né?

Então porque as pessoas têm que, para dançar e se divertir ao som de Timbaland, Jorge Ben, Polytechnic , Bullet Proof e Led Zeppelin em lugares como São Paulo, Londres, Paris, Tokyo e Nova Iorque tem que ir ao clube de hip-hop pra ouvir o Timbaland, ao clube de música brazuca pra ouvir Jorge Ben, ao clubinho indie pra ouvir ao Polytechnic, a uma balada Psy-Trance pra sacudir ao som do Bullet Proof ou para um clube de mecânicos de Harley-Davisons para curtir o Led Zeppelin?

E se dá vontade de um Stevie Wonder? Uma pilha de Nação Zumbi? Uma saudade de The Cure? O que a gente faz? Passa 15 minutos em cada clube numa noite? Gasta essa grana toda?

Porque quanto mais cosmopolita a cidade, mais provincianos são seus hábitos de diversão? Porque isso de não poder Psy-trance com indie, Jorge Ben com Led Zeppelin? Se é óbvio que isso tudo é dançante, divertido e você sai a noite pra… dançar e se divertir?

Porque ser cosmopolitismo é uma guerra. De um lado, estímulos midiáticos pra se comportar assim. Do outro, semioticidades dizendo que o bacana é se comportar assado. Perdido, feito cego no tiroteio. Está o nosso pobre Private Óbvio.

Sábado desses, fui do Rio que, por causa do mar, é provinciano e por isso com hábitos de diversão cosmopolitas, onde o mais fácil é você encontrar festas que tocam de PJ Harvey a Nina Simone, até São Paulo, zona de guerra, ver como o Matias, Alexandre Matias, que dispensaria ser linkado aqui se apenas paulistanos estivessem lendo este post, estava se saindo com essa missão: O Resgate do Soldado Óbvio.

A São Paulo para o 1o evento de Lançamento de livro – o DJ Pessoal – e tocar em…

Sua festa, Gente Bonita em Clima de Paquera, atraíu, de ínicio, patricinhas de verdade. Elas estavam atrás de Gente Bonita e do Clima de Paquera. Algumas, assustadas com o despojamento do clube e dos frequentadores, nunca mais voltaram. Outras, seduzidas pelo canto da sereia, tornaram-se habitués.

O Canto da Sereia, o grito de “James Ryan! James Ryan!” do Matias são os mashups. Cristina Aguilera cantando sobre base de Sonic Youth. Britney Spears sobre a base dos Beastie Boys. Remix do Maximo Park. Tudo misturado.

Tudo misturado.

Toquei a primeira hora: Jackson 5, Pixies, Justin Timberlake e Artic Monkeys. E pela primeira vez vi em São Paulo, na pista, pessoas peladas. Nada de roupa de indie, nada de roupa de mano, nada de roupa de patricinha. Todo mundo nu. Procurando diversão e dança. O óbvio estava lá, seguro. E a fila dobrava o quarteirão.

Duas da manhã pedi um drink que era um mashup de Screwdriver com Frozen Margarita. Nessa hora, na pista, estava todo mundo, misturado, dançando um drink, uma batida de Nelly Furtado com Michael Jackson e, se não me engano, uma dose de Amarulla.

No banheiro unissex, um mashup de homens e mulheres.

Um grupo de pernambucanos massa comemorava o aniversário de uma amiga querida. Diversão: o óbvio. O técnico de som paulistano se oferecia pra ajudar com a desinstalação do computador. Profissionalismo: o óbvio. Matias, natural de Brasilia, perguntava se eu estou bem, à vontade, coisa e tal. Educação: o óbvio. Eu respondia em carioquês. Mashup de sotaques. Em São Paulo, o óbvio do óbvio.

O Mashup é uma arma para a guerra paulistana. E hoje, finalmente influenciadas pela linha editorial do Gente Bonita, são várias os DJs e clubes pela cidade que se juntaram à causa. Morte aos cães infiés que esqueceram o soldado Óbvio no meio do fogo cercado do faça isso e nunca fique pelado, mantenha a distância daquilo e vista um cachecol. Ao tentar acabar com uma atitude de comportamento paulistano, Matias e compania criaram algo ainda mais paulistano. Talvez a coisa mais paulistana que eu tenha visto desde os anos 00.

Este texto é um mashup. Vocês, claro, notaram. Óbvio. Por causa do mar. À vontade, coisa e tal. Imaginem quando os DJs começarem a fazer mashup de Caetano com M – Kraft, de Clementina com Bjork? No banheiro unissex, sotaques, clima de paquera, uma pilha de Nação Zumbi, uma saudade de The Cure, e hoje, finalmente, dançando Marguerita. Nu, carioquês e de cachecol. “Nina!”, “Nina!”, seduzida pelo canto

Se você pede um drink novo e nota que ela

Fogo

Música

Noite

pra… dançar e se divertir? Ao tentar acabar

Notaram.

Escrito por gentebonita in: Sem categoria |